terça-feira, 13 de setembro de 2011

Novo vídeo!!

AeternA Infinite Rock
http://www.myspace.com/aeternainfiniterock
Música / Music: O Dia Sem O Amanhã
Autor / Author: Everton Cinelli
Album: O Dia Sem O Amanhã / The Day Of No Tomorrow | 2011

AeternA é uma banda de rock alternativo, que traz um som novo pra cena musical brasileira. Música cheia de propósito, melodia, energia e poesia. Confiram o trabalho da banda!

AeternA is an alternative rock band that brings a new sound to Brazilian music scene. Music filled with purpose, melody, power and poetry. Check out the band's work!

AeternA é (is):

Everton Cinelli | voz e guitarra (vocals and guitars)
Julio Piotto | guitarra (guitars)
Ramon Nascimento | bateria (drums)
Renato Freitas | baixo (bass)

AeternA usa guitarras (uses guitars) MMichalski
https://www.facebook.com/mmichalski.luteria

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

É estranho como eu estou me sentindo hoje. Eu estou olhando aqui pra dentro, percorrendo as vias de universos distantes, reconhecendo dores tão profundas. Eu não tenho como dizer, por que os que estão a minha volta esperam tanto, e me julgam como seu eu tivesse o poder de suportar tudo isso sem sangrar.
A minha vida está um emaranhado de emoções, e acredito que seja assim com todo mundo, mesmo com os que não se interessam pela profundidade do "viver"!
Existe um sistema que te faz culpado, você nasce com dívida nas costas, por uma vida, por um mundo desnorteado, devendo aceitar o papel de vitimado e de assassino! Besteira!
O mundo vai invadindo suas paredes, e o que você reconhece como "lar", já não é mais tão seguro!
Ninguém consegue entender o que o meu coração traz dentro dele, ninguém se importa em perguntar... Ninguém se importa em se importar...
Não deve parecer mesmo justo, ou mesmo nem deve ser justo, prosseguir numa vida onde você coloca um mundo inteiro como prioridade, pensando no melhor pra um grupo tão grande de pessoas, reduzindo a sua vida (ou aumentando), a uma vida pelos demais.
Muitas vezes eu pensei em escrever uma carta de despedida, pra abandonar esse mundo com, pelo menos, um "porquê", mas tornar minha vida insignificante nunca foi o meu propósito... Eu tenho vagado nesses jardins estranhos, abraçado pelo frio de uma solidão incondicional, não-carnal, alimentando sombras que criam trevas, que geram nuvens, que cobrem meus céus!
Eu sinto que minha voz vaga pelo mundo dentro de uma bolha, supressa na ignorância de sequências milenares de manipulações e aquiescência da minha gente, dos meus irmãos... Apenas humanos!
só quero que alguem me ouça soluçar em silêncio, e que possa me oferecer um abraço que esquente minha alma, e que me olhe com olhos de vida multicolorida, pra embelezar um mundo tão esquecido...